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REDENÇÃO E PAZ NA HUMANIDADE
Não existe nada de mais torpe e inútil do que as disputas humanas sem fim que levam muitos indivíduos (tratados como estatísticas num jogo perverso) a guerras e a tantas atrocidades inimagináveis.
Fazer algo em razão de uma ideologia, de uma religião, de um partido político e de uma nação não deixa de ser um grande desastre movido pelos pecados da vaidade, da soberba e da cobiça.
Se a santidade é a capacidade humana de se doar e de se compadecer por uma vida que sofre, a perversidade é a capacidade humana de aniquilar tudo a sua volta unicamente para obter satisfação de afligir dor a qualquer ser vivo.
Boa parte da humanidade, vivendo em estado de peleja perpétua, se gaba dessa perversidade, de modo que a paz no mundo se torna apenas uma tola utopia.
Se queremos buscar a redenção, temos que primeiramente olhar para o estado de nossa própria alma e de nossa condição. A paz sempre começará através de nosso empenho por um ambiente melhor e mais favorável, ainda que este produza muitos conflitos a nossa volta.
Eis o trabalho mais árduo a ser feito: o trabalho no proprio coração do ser humano! Sem dúvidas, um trabalho que implica a transformação do um coração que se quebranta e se doa por uma co-existência mais salutar e decidida para trazer o verdadeiro amor no seio da humanidade ou de toda criação.
Ser a imagem e semelhança de Deus não é outra coisa senão ser forte na perseverança de uma humanidade que vive tal como o messias no seu amor pelos cativos do pecado. Se ao menos soubermos fazer um pouco disso, se ao menos nos esforçarmos para ser luz e sal da terra, o mundo ao nosso redor será fértil para florescer um pouco da luz de sua esperança.